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A app Guardião vai ser gratuita.
Sempre… mas alguém tem de pagar a fatura… e neste episódio a Rita Barbosa explica exatamente quem.
Algumas semanas depois da primeira conversa, a Rita volta ao podcast “a Ave Rara…” para falar do que fica por trás de uma app quando a origem emocional já passou: como se aprova uma aplicação na App Store e na Play Store, porque é que “vibe coding” serve para prototipar mas não para construir um negócio a sério, e como uma plataforma de deteção de fraude se transforma num modelo B2B em que quem paga são os bancos e as operadoras, nunca o consumidor final.
Falamos da ronda de financiamento inicial e da segunda que está a fechar, de uma equipa que já vai em quatro pessoas, de quase 20 000 inscritos numa lista de espera que cresceu sem publicidade paga, e de como a Rita passou de um hackathon na Alemanha para a BBC e para um convite do fórum de ciberinovação da Europol.
Entramos também no detalhe técnico: o que é um falso positivo, porque é que o Guardião prefere errar a mais do que a menos, e um teste ao vivo em que pedimos a um modelo de Inteligência Artificial para inventar burlas que ainda não existem, só para ver se o Guardião as apanha.
Esta é a segunda parte de uma conversa em duas partes.
A primeira, sobre a burla que atingiu a avó da Rita e a decisão de construir uma proteção contra isso, está no episódio 262.
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