Na segunda parte desta conversa com o Luís Almeida, subimos o tom.
Falamos do verdadeiro custo de adiar decisões, de ignorar tecnologias emergentes e de confundir prudência com imobilismo.
A inteligência artificial deixa de ser vista como moda ou ameaça e passa a ser analisada como aquilo que realmente é: um fator de diferenciação brutal entre quem se adapta e quem fica para trás.
Entramos em temas como estratégia digital, governação de dados, bolhas algorítmicas, liderança, literacia digital e o perigo silencioso de “não fazer nada” enquanto o mundo muda à nossa volta.
Uma conversa sem alarmismos, mas também sem ilusões…. porque, muitas vezes, o maior risco é mesmo não correr risco nenhum!