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carta aos leitores - fevereiro 2022

Aquilo em que somos diferentes, a revisão do ano passado, o fim das carreiras nas empresas… (carta de fevereiro de 2022)

No mês passado recebi (e respondi) a mais umas dezenas de e-mails e testemunhos… gostaria de destacar estes 10 por serem os que mais me despertaram a atenção!

Espero que gostes…

EMAIL 1

Olá,

Reparei num podcast que sempre que alguém entra no teu curso online “Investir na Bolsa” pretendes saber como é que conheceram o teu trabalho e chegaram ao teu curso.

Sendo assim, vou contar a minha parte.

Sou aluno do Instituto […] e num dia normalíssimo eu e um colega estávamos a falar sobre ações, forex, criptomoedas e aquelas notícias todas que apareceram em Portugal, quando um outro colega interrompeu a nossa conversa e disse:

– “vocês para aprenderem a investir de verdade, vão ver os vídeos do Pedro Silva-Santos… por acaso ele já foi professor aqui há cerca de 20 anos”.

E eu, como sou um curioso, fui pesquisar no Instagram e depois no Youtube e depois fui procurar o teu site e pronto… a partir desse dia vejo todos os vídeos, podcasts, shorts, comprei o teu curso, tenho-me inspirado muito no teu conteúdo, fazes um trabalho extraordinário.

Pediste para responder muito resumidamente, mas se fosse eu, no teu lugar, não me importava de receber um email assim todos os dias.

A MINHA RESPOSTA

Que maravilha… de facto, não me importava de receber um email assim todos os dias! 😊

Fico muito feliz por ir percebendo como é que cada um dos membros desta comunidade cá chegou… há histórias incríveis e inesperadas!

Grande abraço, bom estudo e continuação de excelentes investimentos de longo prazo.

EMAIL 2

Caro Pedro,

Antes de mais gostaria de vos desejar, a ti e à tua família, um feliz natal – atrasado mas nem menos do coração e um ano 2022 espetacular!

Estou a ler o teu livro Ave Rara II que não me está a deixar indiferente – com lágrimas, com risos, mas também com preocupação em alguns momentos da leitura.

Tendo acompanhado o teu percurso, embora à distância, obviamente lembro-me de algumas conversas/situações que descreves no livro.

Houve momentos nos quais me senti dentro de um filme e com vonta de gritar ao protagonista:

– “Não assines nada no momento – só vais afundar-te! (etc.)”.

Mas o protagonista do livro assinou na mesma…

Por acaso, a prática de “assinaturas na hora” é muito comum em Portugal – já tive de resolver situações dessas para alguns amigos, mas conseguimos sempre dar a volta a tudo depois de uma noite ou duas a pensar.

Instituí isso como regra da casa:

Nunca (mesmo nunca) assinar contratos na rua/na hora, nem no mesmo dia, seja um contrato de negócios, seja uma promoção, etc…

Quero receber sempre documentação organizada para poder ler e reler em casa, investigar algumas referências na internet, etc.

Não consigo fechar o negócio porque não me dão esse tempo para analisar tudo com calma?

Não há negócio. Fácil – e não se perde mais tempo com isso.

Em relação ao teu livro – acho engraçado que tu e eu reagimos de forma quase idêntica quando confrontados com o mesmo tipo de situações… e acredito que uma decisão ou um ato que a ti te parece natural, muitas vezes gera grande confusão para a tua equipa.

Deixa-me partilhar um ou outro exemplo da minha vida profissional: 

Experiências

Creio que já te contei que, quando comecei a trabalhar na […] o trabalho comercial era relativamente novo para mim e não havia regras sobre como e quando deveríamos enviar propostas de orçamentos – o que me levou a fazer experiências:

– Durante um mês enviámos orçamentos para tudo – sem exceção – o que nos foi solicitado. Analisámos os resultados desse mês, etc.

– No mês seguinte apenas enviámos orçamentos para potenciais clientes quando estivemos em contacto com o gestor do futuro projeto. Analisámos os resultados obtidos nesse 2 mês – tempo gasto em trabalho comercial / percentagem de propostas adjudicadas, etc.

Resultado:

  1. A pré-identificação dos potenciais clientes realmente interessados, com quem discutimos as características do projeto, aumentou imenso o rácio de propostas ganhas. Com base nesta pequena experiência conseguimos identificar em que situações deveríamos apresentar, ou não, uma proposta de orçamento para uma nova solicitação que nos chegasse… e isso poupou-nos imenso tempo, chatices e frustrações.
  2. Segurança: Senti que esta (e outras) experiências parecidas tornaram-me “imune” à cacofonia de opiniões à minha volta. Todos tinham uma opinião sobre o que deveríamos fazer e não fazer, mas estas pequenas experiências colocaram-me numa posição de conseguir responder e justificar, sem qualquer tipo de emoção, o porquê da minha decisão enquanto líder daquela equipa. Curto, amigável, mas sem discussão.

Portanto – é um processo que recomendo vivamente: fazer experiências e (mais importante) usar os resultados dessas experiências para definir os caminhos a seguir. 

Como podes imaginar, o percurso na [..] não foi sempre assim! Em muitas situações, as palavras “curto”, “amigável” e “sem discussão” não fizeram parte da minha agenda ou do meu dia-a-dia…

Previsibilidade – e a falta dela

Uma das minhas piores experiências na […] esteve relacionada com a falta de previsibilidade na gestão. Isso foi algo que me deixou com uma ansiedade brutal e que para mim é inimaginável nos dias de hoje.

Estive sempre a ser confrontado com dados diferentes, que me chegaram a apresentar apenas no exato momento da reunião, sem eu ter tido acesso a qualquer tipo de informação relevante sobre determinada parte do negócio em foco nessa reunião.

Muitas reuniões pareciam aleatórias em termos de agenda e de objetivos. Se quiseres infernizar a vida a um gestor de equipas/projetos, os sistemas atuais têm tantos indicador que podes estar sempre a solicitar: número de propostas por semana / enviadas / adjudicadas / altura em que deverá apresentar-se determinado serviço, diferenciação de clientes de acordo com o volume de faturação (sem ser tão extremo como nos casos que referes no teu livro Ave Rara II) etc. – é absolutamente impossível dominar todas as variáveis em todos os momentos.

A pergunta que um superior hierárquico deverá colocar a si mesmo é a seguinte:

– Sigo o caminho mais fácil e limito-me a infernizar a vida daqueles a quem confiei uma equipa ou mostro-lhes ferramentas e discuto os passos necessários para seguir em frente?

Tendo vivido esta experiência horrível no passado, decidi tornar as minhas reuniões, e conversas, em algo muito previsível… o que me leva a uma das maiores diferenças que verifiquei que, tu e eu, temos:

Reuniões

São talvez a minha “arma” ou melhor ferramenta mais poderosa – pois são os momentos em que estou com a minha equipa (ou cliente) e são os momentos em que eu consigo inspirar, agradecer (em frente de todos) um ou outro trabalho terminado / proposta adjudicada, dar ênfase num ou noutro ponto, dar orientações sobre o facto de termos entrado (ou não) num determinado cliente / projeto, mas também sentir quem necessita de apoio, quem está farto do trabalho que tem em mãos, quem está motivado para abraçar uma nova tarefa, etc. É o momento que uso para criar união e compromisso na minha equipa.   

Uso uma técnica que desenvolvi ao longo dos anos (e que apoia pessoas não necessariamente muito “alpha”):

– Não faço reuniões sem um “programa das festas” bem definido.

Já deixei de realizar reuniões (quando estava mesmo muito irritado com alguma situação) por não estarem definidos claramente os pontos que iriam ser discutifdos. Nesses casos solicitei que convocassem outra reunião com um “programa das festas” bem definido, para que todos estivessemos bem preparados e cientes do que iríamos discutir.

Sem um plano de trabalhos bem definido, as reuniões são apenas uma oportunidades para a cacofonia e os resultados que só obtêm, ou são fruto da sorte, ou raramente acontecem… na maioria das vezes, essas reuniões em modo “free style” representam apenas perda de tempo e transformam-se em reuniões sem fim, sem sentido, sem nada de positivo para nenhum dos envolvidos. 

Hoje em dia:

(i) envio sempre uma “proposta de agenda” para cada reunião – não imponho uma agenda ao resto dos convidados, mas deixo claro, qual é o meu pedido para esta troca de opiniões.

(ii) Peço que comentem a minha “proposta de agenda” (que quase nunca acontece).

(iii) Como há um plano bem definido, garanto que eu é que vou conduzir ou delegar a condução da reunião (isto ajuda para pessoas menos “alpha”)

(iv) tenho um guião muito claro para toda a equipa (previsibilidade). Sempre que surgem “outros assuntos” ou “surpresas”, posso responder amigavelmente (se me apetecer) ou simplesmente referir que esses assuntos não fazem parte da agenda da reunião de hoje – que até solicitei que fosse comentada e para a qual ninguém se manifestou)

(v) tendo uma agenda claramente definida para cada reunião, dá-me a possibilidade de usar o tempo de forma prática e rápida.

(vi) deixou bem claro quais é que são as minhas expectativas e quais os “números” para os quais vou olhar na renião, para que não haja surpresa neste aspeto. 

Empresa própria

Tendo entrado no desenvolvimento de projetos ligados às […], acabou por se abrir um mundo interessantíssimo para mim em áreas muito diferentes, mas complementares – a gestão de projetos (depois equipas e depois empresas) – a gestão 360º – técnico / financeiro / comercial / comunicação / departamento legal, etc.  

Já estive várias vezes a pensar em abrir uma empresa própria (admiro muito o que fizeste e como o conseguiste!). No entanto, nunca tive nem contactos nem possibilidade (provavelmente por falta de fantasia) para avançar com um projeto destes por conta própria. Um dos erros que considero que afetou mais o meu desenvolvimento (pessoal e profissional) foi não ter pensado em dimensões mais pequenas, estive sempre ligado a projetos gigantes e com equipas muito vastas. Portanto, se quiseres, esta é uma das minhas aprendizagens:

– se não conseguimos fazer em grande, devemos tentar modificar os nossos projetos para o tamanho com que nos sintamos mais comfortáveis. Talvez assim tivesse sido possível criar o meu próprio projeto. 

Networking

Uma das tuas maiores qualidades é a capacidade de criação de uma rede de contatos, ainda mais alavancada pela tua capacidade de desenvolver novas redes de contatos através das redes sociais.

Na nossa nova empresa já beneficiamos dum network bastante bom e estamos claramente a planear aumentá-lo. A rede de contactos que temos é uma ferramenta tão preciosa para criar novos negócios (que ao ler o teu livro Ave Rara II percebi que é um dos teus “passatempos” favoritos).

Admiro como conseguiste criar uma rede de contatos tão forte. Vai ser, certamente, a rampa de lançamento para a tua próxima aventura! 

Já escrevi muito mais do que queria ter escrito – mas a forma como escreveste o teu livro Ave Rara II fez-me rever alguns passos do meu passado, algo que senti necessidade de partilhar contigo.

Em tempos disse a um colega que a gestão é um trabalho altamente criativo. Esta é a minha convição e é isso que me leva a ficar curioso e motivado para abraçar novos projetos.

Estou feliz por te ter ao meu lado nesta minha aventura atual.

Um grande abraço e que 2022 seja o melhor ano de sempre!

Cumprimentos à família e até breve!

A MINHA RESPOSTA

Olá […],

Boas Festas para ti e para as beldades do teu Harém! Eh eh eh… 2022 vai ser um ano fenomenal!

Em relação ao teu email, fiquei de coração cheio. Tenho estado a fazer o balanço do ano de 2021 e a estruturar os passos que pretendo dar em 2022 em cada uma das áreas de negócio que estou atualmente a gerir.

Confesso que o teu email me ajudou a desbloquear uma dúvida que me tem assolado nas últimas semanas, mas já vou falar sobre isso daqui a pouco.

O ano de 2021 foi o ano em que criei uma nova empresa. Basicamente consistiu numa spin off dos negócios da NOCTULA que não estão ligados à consultoria ambiental. Essa empresa cresceu brutalmente durante em 2021 e manteve-me a “adrenalina do empreendedorismo” sempre ao rubro.

Contudo, tal como fiz em 2016 (e refiro no livro “A Ave Rara II…”), este ano mantive-me bastante isolado de tudo o que me pudesse retirar o foco dessa nova empresa. À custa disso, apesar de eu ter grandes expectativas de que a minha equipa estaria à altura para me representar junto dos clientes da consultoria ambiental, nem sempre isso aconteceu durante o ano de 2021.

Creio que a minha obsessão pela eliminação das reuniões poderá ter deixado alguma margem para que acontecessem algumas coisas que nunca aconteceriam se eu disponibilizasse algum tempo, por quinzena ou por mês, para ir acompanhando a forma como a minha equipa resolve os desafios que lhes vão sendo apresentados pelos clientes.

E este teu email fez-me repensar esse aspeto… no ano de 2022 vou reservar mais tempo para acompanhar a minha equipa. Talvez necessite de abrandar a criação de novas áreas de negócio e dedicar um ano inteiro a verificar e a afinar as áreas de negócio que estão atualmente a rolar. Ao voltar a colocar as “mãos na massa” apercebi-me que algumas coisas não estão a ser resolvidas como eu gostaria e por isso está na altura de eu voltar a rever todas as instruções que orientam o trabalho da minha equipa.

Além disso, está na altura de contratar mais um elemento para a área da consultoria ambiental.

Pensei que estava tudo controlado com os elementos da equipa atual, mas a licença de […] da […] acabou por se estender por um período muito longo e mostrou-me que a estrutura fica vulnerável caso […] esteja ausente durante um período mais longo. Apercebi-me que me faltava alguma redundância no sistema que move a empresa de consultoria ambiental (a NOCTULA). Resisti a contratar mais um membro para a equipa, mas agora percebo que a longo prazo talvez estivesse a comprometer o crescimento da NOCTULA se não o fizesse.

Adoro este tipo de reflexões… com o telemóvel em modo de voo, claro, para não ser incomodado! Quando voltarmos a sentar-nos para conversar (e almoçar) já tenho mais uma série de histórias loucas para te contar… histórias que já poderão servir para um ou dois capítulos do meu próximo livro!

Fico muito grato por ter uma pessoa como tu na minha vida… e muito feliz por me teres incluído na equipa que vai ajudar a fazer crescer a tua aventura atual!

Vamos criar grandes projetos em conjunto!

Grande abraço, cumprimentos aí em casa, e até muito breve.

EMAIL 3 - reação ao email anterior

Caro Pedro,

obrigado pelo teu e-mail. Estou a gostar muito desta troca de ideias contigo (e de continuar a ler o teu livro “A Ave Rara II”). 

Creio que num aspeto estamos em situações idênticas neste momento e por isso o teu livro fez-me refletir mais sobre os próximos passos e como evitar alguns reflexos automáticos.

Assim, estou a questionar-me:

– qual o meu papel nesta nova empresa? CEO ou COO (para colocar em termos reduzidos)?

– qual a composição da equipa de liderança que quero ter no futuro?

– qual a posição onde posso acrescentar mais-valias e qual o papel que gostaria mais de desempenhar na empresa?

A minha leitura, atualmente, é a seguinte:

Estive a analisar, quais os momentos que:

(i) fizeram a diferença no sucesso das minhas equipas no passado e

(ii) quando é que me senti melhor – mais realizado

É verdade que sempre que estive ocupado a “gerir” operacionalmente um projeto, uma empresa ou uma equipa senti-me “seguro” e “útil” pois estava a trabalhar e a gerar cada vez mais dinheiro para a empresa (que para já não é nada mal).

Mas senti-me realmente realizado quando estive a fazer uma combinação de gestão (ou supervisão) e “business development”. E em boa verdade, é à custa deste último que continua a gerar-se rendimento para a minha antiga equipa (ainda hoje – tantos meses depois de eu ter deixado a equipa). 

Sinto que é muito mais fácil encontrar um “gestor” operacional do que um bom “business developer”. Nessa equipa consegui que o meu papel estivesse sempre na apresentação de ideias no “limiar da loucura” – com três condicionantes:

(i) forte ligação à equipa técnica e

(ii) estudo muito sólido em termos de análise de risco e análise financeira.

E uma vez que algumas das loucuras funcionaram muito bem, toda a equipa aceitou e manteve o respeito quando partilhei novas ideias que ainda não estavam bem formadas (as tais que estão “no limiar da loucura”)

(iii) Honestidade e reflexão: Assumi, sempre, perante a minha equipa, que tinha tido ideias que não funcionaram – e assumi-o sempre com um grande sorriso!

 
E pronto, decidi que esta será a base do meu papel nesta nova empresa… ainda estou a definir o que necessito de alcançar e desenvolver para conseguir colocar uma equipa destas a funcionar neste novo projeto que decidi abraçar.

Gosto muito dos livros que referencias no teu livro “A Ave Rara II” (já vivo muito baseado no prínpio dos 80/20 – embora a […] considere que vivo mais nos 65/35, quando estou num dia de trabalho meticuloso…

Graças à tua recomendação, comecei a seguir o Tim Ferriss, vamos ver o que vou descobrir mais.

Enfim – vai ser um ano cheio de aventuras. Desejo-te muitas descobertas, experiências fantásticas e felicidade! 

Grande abraço,

A MINHA RESPOSTA

Olá […],

No último dia do ano aproveitei para refletir sobre tudo o que fiz e aprendi em 2021.

Todos os anos faço este exercício nas últimas semanas, mas este ano decidi fazer uma pequena alteração, depois de ouvir um pequeno episódio do podcast do Tim Ferriss.

Basicamente, criei uma pequena folha Excel com duas colunas para cada mês do ano.

Uma coluna chamada “Positivo” e outra coluna chamada “Negativo”. Fui à minha agenda (uso a app ASANA) e consultei tudo o que fiz em cada um dos meses de 2021. Depois, em cada mês da folha Excel que criei, coloquei tudo na coluna correspondente ao que senti (positivo ou negativo) ou aos resultados que obtive com a implementação de uma das tarefas que tinha na agenda.

Foi um exercício muito interessante! Não tinha noção que tinha participado em tantos podcasts e entrevistas ao longo de 2021. Isso foi algo que me deu imenso prazer (e por isso coloquei nas coluna “Positivo”) e que gerou imensos resultados para a nova empresa que criei no início de 2021: www.4OU7.com

Por outro lado, apercebi-me que existiram várias tarefas ligadas à parte operacional na Consultoria Ambiental, que tive de assumir durante a […] da […], que me fizeram sentir miserável e sem vontade de trabalhar! Essas tarefas foram colocadas na coluna “Negativo” em cada um dos meses do ano em que ocorreram.

Em função de todo esse levantamento de pontos positivos e negativos de 2021, já comecei a estruturar o ano de 2022, reservando tempo e pré-agendando apenas aquilo que me fez feliz, que me empolgou e que trouxe resultados muito significativos ao nível do crescimento dos negócios.

Este sistema acaba por nos levar a reforçar apenas o nosso lado mais forte e a fazer mais do que nos torna mais felizes… e em termos profissionais, leva-nos a estar mais focados apenas no que já provou que ajuda os negócios a passar ao próximo nível.

A nova contratação que fiz para a empresa de Consultoria Ambiental vem no sentido de garantir que eu não volto a estar ligado à gestão operacional, em nenhuma altura do ano. Ainda tentei fazer o recrutamento de alguém com características mais ligadas ao desenvolvimento de negócios, mas apesar de ter entrevistado profissionais com um currículo excelente, não consegui encontrar nessas pessoas as características empreendedoras e de liderança que pretendia.

Concordo contigo que a curto prazo é mais fácil encontrar um gestor operacional do que um bom business developer. Aquilo que pretendo em 2022 é ajudar os meus gestores operacionais a desenvolver competências de business developers. Pretendo que aprendam como lido com a parte estratégica de cada projeto, porque é que passo uma manhã inteira a conversar com um cliente, etc… os bons gestores operacionais vão aprendendo com os exemplos que lhes damos e, se estiverem suficientemente motivados para seguir esse caminho, um dia vão transformar-se num business developer.

Confesso que apesar de todo o esforço desde que criei a NOCTULA em 2009, ainda não consegui levar nenhum gestor operacional até ao nível de business developer que pretendo… mas acredito lá chegarei!

Contrariamente ao que tenho vindo a fazer nos últimos 5 anos, em 2022 não pretendo estar tão ausente para a minha equipa. Não vou voltar a pegar na gestão operacional, mas vou estar mais presente nas decisões que forem tomadas porque há pequenas coisas que podem ser esquecidas e consideradas como “cortesia” por alguém que está sobrecarregado com a parte operacional e que eu pretendo que continuem na base de todas as decisões que se tomarem no âmbito dos projetos dos nossos clientes.

Sei que tenho sempre expectativas muito elevadas, tanto em relação ao que pretendo alcançar como em relação a tudo o que a minha equipa faz. Às vezes, essas expectativas saem-me completamente furadas… em 2021, apesar de ter sido um ano em que superei tudo aquilo a que me propus, as expectativas que tinha em relação aos outros acabaram por me sair um bocado “ao lado”!

Já refleti sobre isso e mesmo assim decidi que não vou baixar as expectativas para 2022, vou manter-me mais presente nas grandes decisões e vou voltar a eliminar (como fiz em 2017) algum do ruído que me incomoda e que mais tarde ou mais cedo poderá tornar-se em mais uma “corrida do hamster na roda”, sempre a correr sem sair do mesmo sítio!

Desejo que entres em grande no ano de 2022, com toda a tua família… porque haverá mais conversas deste género para explorar (por escrito e presencialmente) durante os próximos 12 meses!

Grande abraço,

EMAIL 4

Assunto: Não pares!

Olá Pedro,

Embora esteja a escrever-te num sábado de manhã já sei que não terei resposta antes de segunda-feira pelas 13:30/14:30…

Tenho que te dizer que foi graças a ti que deixei de ver os emails de trabalho ao fim de semana e retirei as notificações de quase todas as aplicações e dos emails.

Muito obrigadosem saberes ajudaste-me imenso a manter o foco nas minhas tarefas diárias.

Antes de mais quero dizer-te que descobri-te (infelizmente) há pouco tempo. Digo infelizmente porque penso que embora tenhas uma maneira peculiar de te apresentares, dizes claramente o que deve ser dito.

Tens sido, de início com o Francisco no podcast “Conversas Despreocupadas” e agora com o podcast “a Ave Rara”, a minha companhia nas 2 horas diárias de deslocação para o trabalho.

Escrevo-te por 2 motivos:

Pergunto-me se ainda haverá por aí perdida uma subscrição de membro-fundador como já percebi que tiveste em 2019 🙂

Este ano espero conseguir ir a Portugal e conto comprar os teus livros. Embora sinta que já conheço a tua história quase toda, nada se deve comparar a ler o que viveste.

Espero que o titulo deste email tenha sido suficientemente chamativo para te despertar a vontade de o leres.

Um bem haja e que continues o  óptimo trabalho que estás a fazer.

[…]

A MINHA RESPOSTA

Olá […],

Fico muito feliz por saber que aquilo que partilho, para além de te fazer companhia, também te inspira. Receber este feedback da tua parte é muito importante e dá-me energia para continuar a fazer o que tenho feito até aqui.

De facto, também adorei gravar o episódio com o Pedro Miguel Dias (da Piranha Global). Tinha vindo a acompanhar o percurso dele e da sua equipa, mas não tinha noção como é que umas coisas tinham levado às outras. Perceber como tudo se interligou durante 16 anos foi inspirador e até me levou a repensar algumas das coisas que eu fazia.

Tenho estado afastado da componente operacional dos meus negócios, mas depois de gravar esse episódio comecei a redesenhar a minha participação no desenvolvimento dos negócios que tenho em curso atualmente. Repensei quase tudo, reforcei a equipa e hoje vou estar reunido com o contabilista da empresa para tratar de todos os procedimentos administrativos e legais associados à expansão dos meus negócios… um dia destes gravarei um episódio do podcast sobre todas as alterações que decidi implementar!

Em relação às subscrições dos meus cursos online, o plano de “Membro Fundador” já não existe. De qualquer forma, poderás utilizar um código de 10% de desconto em qualquer um dos cursos online que se encontra no meu site.

Quando estiveres a subscrever algum dos cursos, no carrinho de compras coloca este código: #pedroSS

No caso dos meus livros (ou outro produto da loja online NOCTULA store) se tiveres interesse poderás usar o seguinte código de 10% de desconto: #oMeuDesconto

E quando preencheres os dados com a morada para envio dos livros, coloca o seguinte comentário: Quero os meus livros autografados e com uma dedicatória!

Dessa forma, a minha colega pede-me para personalizar os teus exemplares do livro com uma pequena dedicatória, antes de tos enviar por correio.

Grande abraço.

P.S. – O título do teu email captou a minha atenção!

EMAIL 5

Viva Pedro!

Agradeço o acolhimento e votos de um excelente ano!

Já entrei nos 2 grupos do Telegram onde estão os membros do curso.

Respondendo à questão que colocas no teu email, basicamente cheguei a ti e ao teu trabalho na sequência de pesquisas sobre investimentos em Bolsa.

Esta área foi-me apresentada por um colega de trabalho o ano passado.

Comecei por ler o livro de Ariana Nunes, posteriormente redes sociais do Frederico Santarém. Num post, ele, fez um agradecimento a duas pessoas e uma delas eras tu.

Daí ter começado a seguir-te.

Parabéns pela forma como expões as várias situações pelas quais passaste, nem toda a gente tem a “coragem” de o fazer e demonstrar.

Obrigado.

1 Abraço,

[…] 

A MINHA RESPOSTA

Olá […], bom dia.

Muito obrigado pelo feedback e pelo apoio.

Tal como refiro no meu livro “A Ave Rara II… do caos e das dívidas a um estilo de vida livre!”, o facto de partilhar abertamente tudo o que me correu mal (nos livros, no podcast, nos vídeos, etc…) ajuda-me a fazer as pazes com o passado e com o idiota que fui em muitas situações.

É uma espécie de processo terapêutico que descobri que resulta comigo… quanto mais gozo publicamente com as idiotices que cometi, mais relativizo a sua importância e mais me comprometo publicamente a não voltar a cair nos mesmos erros!

É uma espécie de auto-bullying emocional que para além de servir para eu criar conteúdo que poderá ajudar os outros a evitar os erros estúpidos que cometi, previne que eu volte a cair numa espiral de loucuras sem sentido!

Grande abraço, bom estudo e bons investimentos de longo prazo.

EMAIL 6

Olá Pedro,

Cerca de um ano depois da nossa conversa sobre “O fim das carreiras nas empresas” no episódio 61 do podcast “Conversas Despreocupadas”, não imaginas o que aconteceu esta semana!

Parece que o podcast foi uma daquelas “profecias” auto-realizadas pois no próximo mês começo mesmo a trabalhar como freelancer para a empresa em que trabalho há cerca de 4 anos.

O meu ex-patrão e futuro cliente sabendo (e apoiando) que tenho outros projetos – inclusive a nível académico, compreendeu a mais-valia que é para a empresa eu continuar a prestar serviços sem ter que ser obrigatoriamente “funcionário”.

Bastou conversarmos sobre o assunto e ele próprio avançou com uma proposta. Sem dúvida uma WIN-WIN situation, como referiste no episódio 61 do podcast.

É com muito entusiasmo (e alguma ansiedade) que te dou esta notícia em primeira mão pois, obviamente, o teu percurso e o teu trabalho é um exemplo e uma inspiração para muitos empreendedores como eu.

Conto que num futuro muito próximo possamos repetir a experiência e gravar um novo episódio do podcast, mas desta vez algo do género:

– “de funcionário por conta de outrém a faturar 100K/ano como freelancer em menos de 2 anos”

Obrigado e um grande abraço,

[…]

A MINHA RESPOSTA

Xiii… que maravilha!

Fiquei tão feliz por ler este email.

É brutal perceber como o mercado está a evoluir e como todos temos muito a ganhar por nos irmos adaptando às novas formas de trabalhar, e de colaborar, a nível profissional.

Em meados de fevereiro deverei agendar a gravação de novos episódios do podcast “A Ave Rara” e por isso já te coloquei na lista VIP para seres um dos primeiros convidados desta nova “temporada” de episódios!

Muitos parabéns pelo que estás a conseguir atingir a nível profissional!

Grande abraço e até breve.

EMAIL 7

Boa noite!

Peço desculpa pelo incómodo, estou a enviar este email para solicitar uma sugestão.

Tenho ouvido os episódios do teu podcast e tentado reter conhecimento quer da sua parte quer dos seus convidados.

A verdade é que à custa do que já ouvi nos episódios, tenho vindo a alterar velhos hábitos e crenças.

Inclusivamente faço uma coisa que não fazia até há pouco tempo: leio livros.

Agora até estou a ler “A lei do sucesso” de Napoleon Hill.

Estava a pensar, como próximo livro, ler o seu livro.

Como sugestão, o que aconselha é o “Ave Rara II” ou os dois livros “A Ave Rara”?

Pensava que a leitura era para quando andava na escola, contudo tenho vindo a perceber como é importante para o nosso crescimento.

É pena é não conseguir influenciar a minha esposa a ler e a aprender mais sobre investimentos.

Se tiveres alguma dica ou até mesmo outros livros que aconselhes, agradeço. Eu sei que o tens feito no TikTok.

Muito obrigado. 

A MINHA RESPOSTA

Olá […],

Fico muito feliz por saber que ficaste fã da leitura como forma de aprenderes novas abordagens para que possas melhorar a tua vida pessoal e profissional.

A tua esposa não gosta de ler porque ainda não encontrou o tipo de leitura que a encanta.

Não a pressiones!

Durante alguns anos pressionei a minha namorada para ler o tipo de livros que eu lia e ela nunca se encantou pela área do empreendedorismo nem por esse tipo de leitura.

Mais tarde, ela começou a ler livros de ficção (muitos deles baseados em histórias verídicas) e romances e foi nesse tipo de leitura que ela acabou por ficar “pressa”.

Atualmente, ela lê ainda mais do que eu!

Em relação aos meus livros, não te consigo dizer exatamente qual deverás ler neste momento… depende da fase de vida em que te encontras.

O primeiro livro “A Ave Rara” é uma leitura interessante para quem está a criar (ou a querer criar) o seu próprio emprego.

O livro “A Ave Rara II” é o livro onde partilho a fase mais negra da minha vida pessoal e profissional e todas as estratégias que implementei para “renascer das cinzas”.

Poderás ler a sinopse e o prefácio de cada um desses livros aqui:

silva-santos.com/sobre-o-livro-a-ave-rara/

silva-santos.com/sobre-o-livro-a-ave-rara-ii/

Grande abraço e votos de um excelente ano novo!

EMAIL 8

Olá Pedro,

Antes de mais, muitos parabéns por todo o trabalho desenvolvido o qual considero que traz bastante valor acrescentado.

Espero que continues a crescer e a produzir novos conteúdos nomeadamente na área dos investimentos, negócios próprios e independência financeira.

A primeira interação que tive com o teu trabalho foi num anúncio que me apareceu no Facebook relativamente ao teu livro “Ave Rara”, em maio 2020, que depois de ler umas linhas gerais prontamente encomendei logo com o Pack Ave Rara I e II.

Inicialmente recebi apenas o livro Ave Rara I, e fiquei logo desconfiado… mas rapidamente me esclareceram que o livro “A Ave Rara II” ainda estava em pré-venda (porque estava em fase de produção), ainda não tinha saído… e mais tarde lá o recebi com direito a dedicatória e tudo.

Efetivamente, este teu percurso de crescimento e superação promove uma vasta aprendizagem para o leitor e apesar de o modelo de negócio em franchising não ter resultado bem no teu caso, eu pretendo abrir um no futuro, como primeiro passo para um negócio próprio.

Partilho a 200% a tua visão de que no futuro, os negócios de “um homem e um cão”, o cão estará lá para evitar que o homem toque nas máquinas… e faz todo o sentido para mim ter um negócio o mais autónomo e automatizado possível e com o mínimo de recursos.

Relativamente a investimentos, tive a minha primeira experiência com a Bolsa de Valores há uns bons anos, ainda na altura em que só havia um balcão do ActivoBank que na época se chamava ActivoBank7 (onde investia no PSI20 e pagava umas magníficas comissões de 7€) .

Ainda fiz algum dinheirinho com swing trade mas rapidamente o quis gastar em roupa, viagens e afins, tendo-me desligado, pouco tempo depois, dos investimentos.

Temas relacionados com o desenvolvimento pessoal e investimentos sempre foram os meus favoritos, mas estive vários anos em stand-by nos mercados até ao “Corona Crash” (em 2020), altura em que me deu o click e achei que seria boa ideia voltar a investir em empresas cotadas na Bolsa.

consegui obter à volta de 40% de valorização e saí a ganhar (vendi todas as ações das empresas que tinha no portefólio)… mas nunca imaginando que iria ficar com um “melão gigante” ao ver as Bolsas a continuar a atingir novos máximos históricos e eu a observar dos bastidores.

Nunca tive um mentor específico, só os habituais, como Warren Buffet e o Ray Dalio, e muito do conhecimento que adquiri foi através da leitura (tenho já selecionado alguns livros da tua lista de sugestões para adquirir e acrescentar à minha coleção).

Ultimamente tenho consumido muitos vídeos no Youtube e efetivamente o “ruído” é gigante, mas depois de ver os teus vídeos e do Adam Khoo pareceu-me que o modo de pensar e de investir são os mais corretos e com que mais me identifico para um crescimento sustentável no longo prazo.

Já tinha tomado a decisão de comprar o teu curso online há bastante tempo mas só agora é que tive disponibilidade mental para avançar.

E é isto!

Desejo-te o maior sucesso e tudo de bom.

P.S. Até o teu processo relativo aos transplantes capilares, na clínica Insparya, eu acompanhei porque também já andava a pensar em investir no meu cabelo.

Um abraço,

[…]

A MINHA RESPOSTA

Oh pá, que feedback brutal!

Muito obrigado por te teres dado ao trabalho de escrever um email bíblico para explicares como chegaste até ao grupo do curso online “Investir na Bolsa”.

É por causa de emails como o teu que continuo a documentar e a partilhar tudo o que faço… não quero saber dos “likes” ou dos “seguidores”, só me importam estas partilhas autênticas!

Espero que este ano o COVID se ponha a andar daqui para fora e nos permita fazer uma churrascada com todos (ou a maioria) dos membros do curso… certamente vamos passar momentos incríveis rodeados de outras pessoas que estão na mesma linha de pensamento que nós.

Grande abraço e até já.

EMAIL 9

Olá Pedro,

Desde meados de 2020 que me envolvi no trading e fui descobrindo esse mundo sozinho.

Muito youtube, vários livros comprados e fui pagando a minha propina. Sem me alongar muito, cometi todos os erros que referes nas primeiras aulas do teu curso online.

Como é que eu cheguei a ti?

Lá para o final de 2021, em conversa com um amigo que mora na Holanda, o teu nome apareceu na conversa.

Ele disse-me que via uns videos teus e que tinha entrado criado uma conta na corretora DEGIRO por tua causa.

Como nessa altura eu ainda não seguia ninguém “tuga” a falar de investimentos/trading, decidi pesquisar.

Confesso que no início não parecias ser a minha “onda” mas depois comecei a encontrar vários pontos de ligação, entre os quais:

1- Adam Khoo, Rodrigo Cohen, Vagner Mayer e Bárbara Barroso, são algumas das subscrições que sigo com regularidade e os investimentos de longo prazo que tenho, foram trabalhados através do “Value Calculator” que o Adam Khoo ensina a criar.

2- Aurora Cannabis. Também fui “investidor/tótó” e claramente não sabia o que estava a fazer. No teu caso foram mais de 9000€ de perdas, no meu caso foram 4000€. Tu foste atrás das penny stocks e eu fui atrás da volatilidade. O resultado foi o mesmo… e bem negativo!

3- day/swing trading vs investimentos. Também comecei com daytrading e ao fim de um ano cheguei à conclusão que é muito dificil conseguir conciliar a vida profissional com o trading diário. A consequência é que ainda não consegui recuperar as perdas de 2021.

Comprei a subscrição do teu curso online para ter acesso ao teu portefolio e a um grupo de partilha rumo à independência financeira.

Posto isto, depois de ver muitos videos teus do podcast “A Ave Rara” pensei: porque não? vamos ver no que dá. E aqui estou…

Um abraço

[…]

A MINHA RESPOSTA

Espetacular… somos dois cromos que pagaram bem caro por decidirem envolver-se com galdérias! Eh eh eh…

Qualquer dúvida que tenhas (mesmo que seja uma dúvida existencial), coloca-a no nosso chat do Telegram, ok?

Vais adorar os espírito de entreajuda que se criou entre todos os membros do curso online.

Grande abraço, bom estudo e bons investimentos de longo prazo!

EMAIL 10

Muito boa noite.

Acompanho o seu canal de YouTube com bastante regularidade e tenho reparado nos seus comentários em relação ao mercado.

Nesse seguimento queria saber a sua opinião em relação a um assunto:

– tenho cerca de 50 000€ num ETF que segue o índice NASDAQ, com cerca de 9% de prejuízo.

O que acha que poderá acontecer nas próximas semanas? Acha que deva resgatar o valor mesmo com o prejuízo?

– Tenho também cerca de 15000€ em blockchain e aí tenho cerca de 44% negativo. Estou com tendência para resgatar esses valores.

Agradeço imenso a sua opinião, resto de bons vídeos.

A MINHA RESPOSTA

Olá […],

Eu não sou consultor financeiro nem bruxo e por isso, aquilo que eu te disser é apenas a minha opinião e não deverá ser o fator que te levará a fazer alguma coisa, ok?

Cada vez mais, os mercados financeiros são dominados por algotraders (algoritmos que fazem compras e vendas automaticamente em função da análise técnica, de notícias, etc…).

Achas que a queda das tecnológicas te vai levar a conta a zero?

Não me parece… daqui a 3 a 5 anos, é provável que estejam a mais do dobro do preço a que estão a ser negociadas hoje.

Eu não vendo nenhuma das beldades que tenho no meu Harém, mesmo estando com os preços das empresas chinesas mais de 20% abaixo do preço médio a que comprei as ações.

Em 2021 comprei ainda mais ações das empresas chinesas onde invisto, à medida que os preços caíram.

Ainda agora começou o ano de 2022 e já investi quase […]€ a comprar mais ações das tecnológicas maduras… quando investimos em ativos com excelentes fundamentos, nunca pensamos em vender no fundo, pensamos sempre em comprar mais e deixar a capitalizar ao longo dos anos.

Em relação à Blockchain, não invisto nem percebo nada! De qualquer forma, se acreditasse nos projetos em que tivesse investimentos e tivesse 44% de perdas não realizadas, não vendia, aguardava que estivesse a ganhar 20 ou 30% e saltava fora nessa altura.

Se não necessitas do dinheiro para pagar as tuas contas, ignora as variações de curto prazo… não olhes para os preços diariamente nem para os teus “prejuízos”… lembra-te que só perderás esse dinheiro se venderes a perder ou se os ativos onde investes forem à falência… fora isso, tens apenas o dinheiro “empatado”!

O mercado acionista está desenhado para manipular as emoções das pessoas e para as levar a comprar no topo (em euforia) e a vender no fundo (em pânico).

Comprar caro e vender barato é algo completamente idiota, mas no passado eu também estivesse preso nessa malha de emoções sempre ao rubro.

Agora não tenho emoção nenhuma em relação ao dinheiro que tenho investido em excelentes empresas cotadas na Bolsa. Sugiro que faças o mesmo… se investes dinheiro que não necessitas de mexer nos próximos 5 anos, ignora…

Vai dar um passeio com alguém que ames e não te esqueças de lhe dizer tudo o que sentes… em breve terás esse dinheiro a crescer!

Tudo de bom…

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